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- I don't feel like crying. 

- I liked this column, and I like his reasons. 

- I like how he has changed and outgrew his victim condition, turning into a confident man who stands his ground. 

- I like it when he says that turning away from this deed like nothing happened is a luxury that many couldn't afford if they were in his shoes. 

 

That's pretty much all :bye:

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I really appreciated the column, I know that idiot people won't stop being idiot and narrow minded, but I hope that maybe kids who feel rejected, depressed, don't know how to cope with their life, could get a relief reading that many people are against this discriminations. 

 

The side effect is that many people, who don't know Mika except that for this episode, think that's basically a marketing move to sell more albums and gig tickets, and that now, politicians will benefit of him as a sponsor for the civil unions law which is discussed in Italy atm (and for them that's baaaaaaad  :doh: )

 

So, If you don't speak, it's wrong because you ignore the problem (in this case the writing) , but if you speak, then someone will say that you do for another purpose... annoying,but that's life (?)  :wait:

 

speaking for me, I'm really proud about his reaction, he always talked about such issues in his songs , and interviews ,but that's been really touching, as you said, I hope it helps others to feel less alone 

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I really appreciated the column, I know that idiot people won't stop being idiot and narrow minded, but I hope that maybe kids who feel rejected, depressed, don't know how to cope with their life, could get a relief reading that many people are against this discriminations. 

 

The side effect is that many people, who don't know Mika except that for this episode, think that's basically a marketing move to sell more albums and gig tickets, and that now, politicians will benefit of him as a sponsor for the civil unions law which is discussed in Italy atm (and for them that's baaaaaaad  :doh: )

 

So, If you don't speak, it's wrong because you ignore the problem (in this case the writing) , but if you speak, then someone will say that you do for another purpose... annoying,but that's life (?)  :wait:

 

speaking for me, I'm really proud about his reaction, he always talked about such issues in his songs , and interviews ,but that's been really touching, as you said, I hope it helps others to feel less alone 

Well they can't say he wanted publicity, here in the UK, because he didn't tweet in English, or publish the article in English.

Edited by Marilyn Mastin

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PORTUGUESE

 

Se eu não respondesse aos insultos, eu teria traído o meu eu de 13 anos.

Quando eu vi a foto do meu rosto sujo no cartaz em Florença no Instagram, eu me senti triste, humilhado. Meu primeiro instinto foi: não diga nada a ninguém, não reaja, não se mova. Estou em turnê, eu posso me afastar disso, fazer a turnê e me sentir bem. Eu posso afastar os insultos.

Mas os fãs começaram a falar sobre isso, meus amigos começaram a escrever para mim. E eu percebi que minha primeira reação foi a mesma que eu costumava ter, foi a reação de um menino muito jovem que estava se sentindo impotente. Isso é como eu costumava ser na escola: indefeso. Se respondesse ao ataque, em seguida, eles teriam me batido e eu poderia voltar sem nada para casa, mas com um rosto machucado. Eu sei sobre o bullying, eles iriam me pegar.

Por causa de racismo, porque minha mãe era gorda, ou porque tivemos problemas financeiros nesse período. Mas na maior parte, 80% das vezes, por causa da minha sexualidade. Mesmo antes de ser ciente da minha própria sexualidade.

Quando você é uma criança e é atacada, você acha que não pode lutar, porque se o fizer, as coisas se tornariam ainda maiores, tão grandes quanto uma montanha. Quando eu era criança, meu retorno sempre foi lento, espelhado e espalhado a longo prazo. Tentei mover meu foco longe da minha condição, eu me concentrei no futuro.

Quando eu tive que enfrentar esse cartaz, eu me senti como o garoto que eu costumava ser. E minha resposta instintiva foi lamber minhas feridas, fechar os olhos e me projetar no futuro. É um reflexo automático, que é compartilhado pela maioria das pessoas que são maltratadas: se afastar, manter tudo para si mesmo.

Então eu entendi. Essa foi uma das poucas vezes em minha vida quando eu era forçado a escolher um confronto direto sobre o bullying e homofobia, eu percebi o quanto as coisas mudaram, o quanto eu mudei. Isso é por causa das pessoas nas redes sociais, para os meus amigos e eu tenho que admitir, para os meus colegas de trabalho. Alguns deles são gays e se machucaram porque eles estão ligados ao que eu faço todos os dias: eles se sentiram como se tivessem sido insultados também.

Eu percebi que, sim, lá estava a minha resposta automática por causa do que eu suportei e por causa de algum instinto de defesa de idade, mas agora eu estou em uma posição privilegiada: estou em turnê, eu sou livre e rodeado por pessoas livres, eu construí meu próprio mundo, onde eu posso fazer o que eu acredito e provocar tolerância através da minha música e meus concertos. É um grande luxo.

Ao se recusar a reconhecer esses insultos eu teria cometido um erro: eu teria esquecido meus 13 anos, o que eu tive uma vez e eu teria ferido todas as pessoas que não têm esse luxo e esse privilégio. Eu posso entrar no palco. Mas quando você é jovem e a palavra lhe diz respeito, se você olhar para esse quadro de avisos e você não encontrar uma resposta para se proteger, então isso significa que você foi abandonado. Você perde a esperança e fica ainda mais fraco. Eu não podia permitir que, exatamente por causa das coisas que mudaram na minha vida, eu teria me abandonado e tantos outros sozinhos. Não importa se você tem 14 ou 64, quando você vê uma coisa dessas, você reage da mesma maneira, porque isso afeta você.

Essa é a razão pela qual eu decidi usar a imagem no meu perfil do Twitter e Instagram. Era exatamente o que teria me assustado aos 13 anos. Eu não era tão corajoso naquela época, eu não podia ser. Eu fiz o oposto do que eu teria feito na escola.

Eu fui chamado assim por toda a minha vida, eu costumava carregar esses insultos, usava para transformá-los em música, colocá-los em meus desenhos. No sábado passado, foi a primeira vez que eu disse a mim mesmo: por que não trazer pra fora e usar isso como uma bandeira tremulando sobre as cabeças de todas aquelas pessoas que escrevem e pensam assim?
Esta foi a grandeza de Oscar Wilde: ele poderia trazer a hipocrisia e jogar de volta na cara das pessoas, às vezes, não há nada mais apropriado do que ações inadequadas! É por isso que Wilde é um dos meus ‘’mocinhos’’.

Eu poderia ter escrito cinco mil palavras, poderia ter dito para eles irem para o inferno, poderia ter dito que eu nunca iria voltar para Florença (mas eu não faria isso, eu amo Florença!), Eu poderia ter usado minha coluna como uma saída, comparando a homofobia ao sexismo e machismo. Mas com a ‘’declaração visual’’, com esse sinal que se tornou uma bandeira, eu consigo isso sem ser violento, nem agressivo, sem me perder nos sermões.

Foi bonito ver como uma imagem pode ser poderosa. Para a minha mãe também. Ela não falou muito, mas ela se refletiu neste episódio, ela enfrentou um período difícil quando era uma adolescente. Ela nunca foi compensada por aquilo que ela teve de enfrentar, este é um tipo de compensação para ela e veio através de um de seus filhos. Ela olhou para mim, ela apertou os olhos e sorriu como alguém que finalmente encontrou repouso.

A coisa mais complicada agora é entender como podemos ir além dessa imagem, francamente por causa de seu poder. Um grupo de pessoas queria replicar minha ação: eles tomaram essa imagem, adicionou sua foto e o slogan ‘’vamos quebrar o silêncio’’. O Facebook bloqueou seus perfis durante 30 horas, isso pode mostrar que esta palavra ainda é sensível e difícil.

Portanto, se eles te ofendem, não é certo transformar um insulto - que continua a ser um insulto - em uma bandeira?

Trata-se de provocar uma discussão construtiva, quando isso ajuda as pessoas a pensar sobre como um epíteto superficial e estúpido pode fazer outras pessoas se sentirem. No entanto, essa palavra ainda dói. É ainda realmente forte, tem muitas implicações negativas e pode realmente machucar. Não podemos aceitá-la como uma palavra normal. Mas vamos parar de fingir que ela não existe, o que seria muito mais perigoso.

Edited by BiaIchihara
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This is an interesting interview to the man who photographed the homophobic insult on the poster of Mika and posted it on Facebook and Instagram. He isn't his fan, but he felt a sort of moral obligation, not for himself, nor the British artist, but towards the human dignity and the respect that this requires.

 

http://www.lanazione.it/pistoia/mika-omofobia-foto-1.1210236

 

Fotografa la scritta omofoba contro Mika: "Sono contento di non aver taciuto"

Lo scatto di Mauro Mariotti, pistoiese, ha fatto il giro del mondo
Pistoia, 10 agosto 2015 - Non è un suo fan e non aveva programmato di andare a sentire il suo concerto a Firenze, il prossimo 30 settembre. Ma quando ha visto il manifesto del tour di Mika imbrattato dalla scritta «Fr..o» che copriva a caratteri cubitali il primo piano del cantante pop, ha pensato che fotografarla e condividerla subito, su Instagram e Facebook fosse un atto dovuto. Una sorta di obbligo morale, non nei confronti di se stesso né dell’artista inglese, ma nei confronti della dignità umana e del rispetto che questa esige.

È pistoiese l’autore della foto che da ieri impazza sui social network, soprattutto dopo assere stata condivisa e commentata dallo stesso Mika. Mauro Mariotti, 35 anni, non si aspettava tanto successo, ma è contento che per una volta i social siano serviti a «rompere il silenzio», come ha detto lo stesso Mika, lanciando l’hashtag che ha fatto il giro del mondo.

 

image.jpg

 

Come mai hai sentito il bisogno di condividere la foto?

«Il manifesto era in via Gordigiani, vicino a viale Redi, a Firenze. Io passavo di lì per caso – racconta Mauro, che lavora come commesso proprio a Firenze – Quella scritta mi ha indignato, perché non ce l’aveva con Mika in quanto lui, ma solo perché è gay. È una cosa inaccettabile oggi, nel 2015 che ci sia ancora una tale resistenza e mancanza di cultura. Io sono gay e non ritengo di dovermi nascondere né sono solito farlo».

 

Come è arrivato il tuo post fino a Mika?

«La foto postata su Instagram è stata segnalata da diversi blog gay – spiega Mauro – e così è arrivata fino a Mika, che ha ritenuto di condividerla sul suo profilo anche Facebook e di commentarla, lanciando l’hashtag ‘#rompiamoilsilenzio’».

 

Ti sei mai sentito discriminato per il tuo orientamento sessuale?

«Fortunatamente no. Solo una volta un ragazzo in centro a Pistoia mi ha urlato contro ‘fro..’, ma poi mi ha chiesto scusa: era ubriaco. Ma offeso mi sento praticamente ogni giorno. Basta ascoltare gli sproloqui dei politici, che ci prendono in giro da anni senza arrivare ad approvare la legge sulle unioni civili o quella sul reato di omofobia. A Genova due uomini sono stati pestati solo per il fatto di essere sospettati omosessuali, e questo non costituisce un’aggravante per i loro aggressori. Ma soprattutto, basta aprire un qualsiasi social per sentirsi offesi. Gli insulti sono continui e violenti».

 

Che cosa credi si debba fare per contrastare questa violenza?

«Innanzitutto non tacere, non fare finta di niente e non lasciar passare. Quando ho visto quella scritta sul manifesto, avrei potuto voltare le spalle. In fondo non era niente di nuovo. Ma la catena di condivisioni e commenti che ha scatenato, sia pure involontariamente e al di là delle mie previsioni, mi ha convito che è stato meglio così. Mi dispiace aver visto quella scritta, ma sono contento di non aver taciuto».

 

If it's possible for someone, can you share this article on twitter, please? This might turn off some malice on the authenticity of the insult on social media.

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If it's possible for someone, can you share this article on twitter, please? This might turn off some malice on the authenticity of the insult on social media.

 

I'll do it. Someone might already have done so, but I'll do it anyway.

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I'll do it. Someone might already have done so, but I'll do it anyway.

 

Thanks a lot!!  :)

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Thanks a lot!!  :)

I posted it yesterday, in English of course. I didn't make a fuss about it. I just said it was a small article about the man who took the photo of Mika's defaced poster, and his reasons for sharing it.

So it's on there now, for all to see.

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Here it is: 

 

Scanned pics by Lucrezia

Translation by me, Alyara and *Vv*

 

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Mika: Hadn't I responded to the insults, I would have betrayed my 13 y.o. self. 
 
When I saw the pic of my dirtied face on the poster in Florence on Instagram, I felt sad, humiliated. My first instinct was: don’t say anything to anybody, don’t react, don’t move. I'm on tour, I can turn away from it, perform and feel good. I can push away the insults. 
 
But the fans started to talk about it, my friends started to text me. And I realised that my first reaction was the same one I used to have back in the day, it was the reaction of a very young boy who was feeling helpless. That's how I used to be at school: defenceless. Had I responded back then, they would have beaten me and I would have come up with nothing but coming back home with a bruised face. I know about bullying, they would pick on me. 
 
Because of racism, because my mother was fat or because we had financial issues in that period. But mostly, 80% of the time, because of my sexuality. Even before I was even aware of my own sexuality.
 
When you're a kid and get attacked, you think that you can't fight back, because if you do, those things would become even bigger, as big as a mountain. When I was a child my payback has always been slow, mirrored and spread in the long term. I tried to move my focus away from my condition, I concentrated on the future. 
 
When I had to face that poster, I felt like the boy I used to be. And my instinctive response was to lick my wounds, shut my eyes and project myself in the future. It's an automatic reflex, which is shared by most people who are bullied: turn away, keep everything for yourself. 
 
Then I understood. That was one of the few times in my life when I had been forced to choose a direct confrontation on bullying and homophobia, I realised how much things have changed, how much I have changed. It's for people's reactions on socials, for my friends and, I have to admit, for my coworkers. Some of them are gay and got hurt because they are connected to what I do every day: they felt like they had been insulted themselves. 
 
I realised that, yes, there was my automatic response because of what I endured and because of some old defence instinct, but now I'm in a privileged position: I'm on tour, I'm free and surrounded by free people, I’ve built my own world where I can do what I believe in and provoke tolerance through my music and my concerts. It's a huge luxury. 
 
By refusing to acknowledge those insults I would've made a mistake: I would've forgotten the 13 y.o. I once was and I would've hurt all the people who don't have that luxury and that privilege. I can get on stage. But when you're young and that word concerns you, if you look at that billboard and you don't find any answer to shield yourself with, then it means you've been abandoned. You lose hope and you find yourself even weaker. I couldn't allow that, exactly because of the things that changed in my life: I would've left myself and so many others alone. It doesn't matter whether you're 14 or 64, when you see such a thing you react in the same way, because it affects you. 
 
That's the reason why I decided to use that image as a profile pic on Twitter and Instagram. It was exactly what would've scared me at the age of 13. I wasn't that brave back then, I couldn't be. I did the opposite of the thing I would've done at school. 
 
I've been called like that all my life: I used to take those insults, I used to turn them into music, put them in my drawings. Last Saturday was the first time I told myself: why not to put them out there and use them as a flag fluttering above the heads of all those people who write and think like that? This was Oscar Wilde's greatness: he could take hypocrisy and throw it back in people's faces, sometimes there's nothing more appropriate than inappropriate actions! That's why Wilde is one of my Good Guys. 
 
I could have written five thousands words, could have told them to go to hell, could have said that I would never go back to Florence (but not for me, I love Florence!), I could have used my column as an outlet, comparing homophobia to sexism and machismo. But with that “visual declaration”, with that sign which has become a flag, I accomplished it without being violent nor aggressive, without getting lost in sermons. It was beautiful to see how an image could turn out to be powerful. For my mum as well. She didn’t say much, but she reflected herself in this episode, as she faced a tough period when she was a teenager. She’s never been compensated for what she has had to face: this is a sort of compensation for her and came through one of her kids. She stared at me, she squeezed her eyes and smiled as someone who finally found rest.
 
The most complicated thing now, is understanding how we can go beyond that image, downright because of its power. A bunch of people wanted to replicate my deed: they took that image, added their photograph, and the slogan “let’s break the silence”. Facebook blocked their profiles for 30 hours, this goes to show that this word is still sensitive and hard.
 
Therefore: if they offend you, is it right to turn an insult – that remains an insult – into a flag? It is, when it provokes a constructive discussion, when it helps people to think about how a superficial and stupid epithet can make other people feel. However, that word still hurts. It’s still a really strong one, it has many negative implications and can really hurt. We can’t accept it as a normal word. But let’s stop pretending it doesn’t exist: that would be much more dangerous.

 

 

Thanks for the translation!  This is such a lovely, well-written letter.  What I don't understand is the prejudice some people have against those who are LGBT, or of a different race or culture, or those who are seen to be different in some way.  And I know how this feels.  The bit at the start, where he talked about being bullied as a teenager: that really hit me, because I also suffered from bullying when I was around 13 up until I was 16.  I know how it feels to feel alone, isolated, scared.  The feeling where you have to keep everything to yourself and hide away.

But Mika has blossomed.  He has shown his haters that he isn't scared, that he's able to confront them.  I'm so proud of him for starting this campaign and for standing up for his beliefs.

Well done Mika! :thumb_yello:

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A very good article on www.ilfattoquotidiano.it :


 


http://www.ilfattoqu...azioni/1958639/


 


DIRITTI

 

Mika, ministra Boschi: si diverta al concerto ma intervenga contro le discriminazioni


 


di Dario Accolla | 14 agosto 2015


 


Un paio di consigli alla ministra Boschi, che ha acquistato i biglietti per il concerto di Mika dopo gli insulti omofobi apparsi sui cartelloni pubblicitari a Firenze, e una considerazione di tipo linguistico riguardo la vicenda.


 


Il fatto che ancora oggi, in Italia, si senta l’esigenza di sottolineare l’orientamento sessuale di qualcuno in chiave dispregiativa, la dice lunga su quale sia certo sentimento sociale per le persone non conformi al canone ritenuto “normale”. Perché è vero: in TV ci emozioniamo per le storie d’amore di Callie e Arizona in Grey’s Anatomy e su Facebook mettiamo le foto arcobaleno per festeggiare il matrimonio egualitario negli USA. Ma una civiltà, per esser tale, non può limitarsi ad atti meramente mediatici, per quanto anche questi aiutino. I simboli, si sa, sono importanti. Ma il problema, cara ministra, è culturale. E nella nostra cultura qualcuno entra ancora in crisi di fronte a una persona dichiaratamente gay. Al punto tale che si sente minacciato nella sua mascolinità. Per salvaguardarla, pone un limite verbale tra norma e “deviazione” dalla stessa. Usando un evergreen linguistico quale “frocio”, appunto. Questo per altro dovrebbe suggerirci quanto sia solida la considerazione del proprio essere maschile da parte di certi soggetti, ma non è questa la sede per questo tipo di argomenti, che lasciamo all’analisi dei gender studies.


 


Cambiare culturalmente il paese è un processo che necessita di passi giuridici precisi. Riguardo a questo, le suggerisco alcuni consigli: in primis, esiste un ddl sulle unioni civili in Senato che dovrebbe essere velocizzato. Ed esistono migliaia di emendamenti di personaggi istituzionalmente lugubri che vanno in direzione contraria rispetto a quanto lei fatto, ministra, dichiarando di partecipare al concerto del cantante. Se è davvero volontà politica del suo partito approvare quella legge, lei e il suo leader, che avete il potere di fare le cose quando le volete fare – basta vedere cosa è successo per jobs act, RAI e “buona” scuola – avete il dovere di comportarvi di conseguenza. E questo è il primo.


 


Ecco il secondo: scongelare, visto che ci siete, anche la legge sull’omofobia, quella scritta da Ivan Scalfarotto e ispirata da Paola Binetti, ripulirla dagli emendamenti omofobi (il Gitti-Verini, che “istituzionalizza” le affermazioni contro le persone LGBT nelle scuole, per intenderci) e approvarla in tempi rapidissimi. La legge dovrebbe prevedere inasprimenti penali per le violenze e discriminazioni per orientamento sessuale e identità di genere (in modo da coprire il 100% della popolazione, persone etero incluse) e sanzioni amministrative e pecuniarie per gli hate speech. Perché la prima forma di discriminazione e di violenza è linguistica. Si ricordi il manifesto per cui lei, ministra, ha comprato i biglietti.


 


Last but not least: cambiare anche il linguaggio del suo partito, inerentemente alla questione omosessuale italiana. Il volantino che avete prodotto per “spiegare” le unioni civili è una toppa peggiore del danno che si voleva aggiustare. Sembra che vogliate rassicurare gli omofobi utilizzando i loro stessi discorsi. Come fare una legge contro il razzismo ma suggerendo implicitamente a qualche cappuccio bianco: tranquilli, non saranno mai come noi “normali”. E non è così che si combatte la discriminazione. Non sposando tesi e concetti analoghi a quel pensiero che si dice di voler combattere.


 


E qui mi fermo, gentile ministra. Le lascio questi consigli e ne faccia quello che vuole, anche se forse non li leggerà mai. Ma credo che siano buoni suggerimenti, almeno se è vero che lei è a favore della piena parità tra persone LGBT e maggioranza etero. E se è vero che lei ha comprato quei biglietti perché crede realmente alle cose che dice e non per fare l’ennesimo atto di pinkwashing a favore di un governo che ha molto da farsi perdonare, anche in tema di diritti civili. Dopo di che, si diverta a Firenze a fine settembre. Mika merita. E non perché è gay, ma perché è bravo.


 


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GP Magazine agosto 2015

http://issuu.com/simoneruiti/docs/gp_magazine_agosto_2015

 

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  Valerio Forconi: Dal sogno di cantare con Mika al tutto esaurito a Londra http://www.gpmagazine.it/valerio-forconi-dal-sogno-di-cantare-con-mika-al-tutto-esaurito-a-londra/

 

La storia di un ragazzo che aveva un sogno nel cassetto, una chitarra in mano e tanto amore per la musica.

di Marina Marini

 

La storia di Valerio inizia nel 2011 quando trova il coraggio di salire sul palco di un concorso nazionale con una cover di “Grace Kelly” del suo idolo assoluto, Mika. E la vita è strana perché poco più di un anno dopo si ritrova sul palco della Roundhouse  a Londra, con il tutto esaurito, scelto proprio da Mika, a cantare nel suo coro durante una data del suo Tour!

 

Valerio, parliamo del sold out di Londra in cui hai cantato con Mika. Com’è iniziato tutto?

“E’ iniziato tutto da un bando sulla pagina ufficiale di Mika. Il bando era rivolto a chi volesse proporre una cover di una canzone di Mika, così mi sono messo all’opera e ho vinto il concorso. E’ stata un’emozione incredibile, è stato indescrivibile ritrovarmi sul palco della Roundhouse con il mio mito di sempre! Posso dire di avere iniziato la mia carriera da professionista insieme a Mika e da quel momento ho capito che è questo ciò che voglio fare nella vita”.

 

Hai deciso di intraprendere la carriera da solista dopo una parentesi con il gruppo Jesters.

“Sì, avevo già postato sul mio canale youtube dei lavori del gruppo e dei pezzi miei da solista e dopo essere arrivato in semifinale nel Tour Music Fest ho deciso di seguire soltanto l’attività da solista”.

 

Il singolo che ti ha dato la popolarità è “Sorriderai”.  Quali tematiche sono racchiuse in questo pezzo?

“Sembra un pezzo spensierato ma racchiude l’augurio che faccio ad una perosna che per me è stata molto importante. Spero che questa persona possa sorridere accanto ad un altro. Il brano è stato primo nella classifica I tunes”.

 

Quali progetti stai curando ora?

“E’ appena uscito il mio singolo ‘Domino’. Quest’estate sono in tour per l’Italia con tappe anche a Roma a Villa Pamphili”.

 

"Gilbert EP": Intervista con il cantautore Valerio Forconi

 

di Francesca Monti
 
Il protagonista di questa intervista è Valerio Forconi, giovane e talentuoso cantautore romano, che ha da poco pubblicato l’Ep Gilbert su etichetta RBL Music Italia, che è stato anticipato dal singolo Domino. La storia musicale di Valerio inizia nel 2011 quando, a 19 anni, trova il coraggio di salire sul palco di un concorso nazionale con una cover di “Grace Kelly” del suo idolo assoluto, Mika. Poco più di un anno dopo si ritrova sul palco della Roundhouse a Londra con il tutto esaurito, scelto proprio da Mika per cantare nel suo coro durante una data del suo Tour. Intanto fonda un gruppo Folk-Rock con cui ottiene ottimi risultati, in un solo anno di attività (primi al “Ti va di cantare?” e vincitori di un videoclip professionale, finalisti al Pop Music Festival di Reggio Calabria e ospiti da Roberto Billi, fondatore dei ratti della Sabina, a “Underground” su RLTV). Finita l’esperienza con il gruppo, Valerio inizia a pubblicare cover e inediti home-recorded sul suo canale YouTube ed arriva in semifinale al TourMusicFest. Il 12 giugno 2014 è uscito il suo primo singolo professionale, Sorriderai, che ha ottenuto 2500 visualizzazioni su YouTube ed è stato primo nella classifica i-Tunes di genere (world music) per due giorni. In meno di un anno ha cantato in più di 40 serate, aprendo anche alcuni concerti di Marco Ligabue. Sempre nel 2014 Valerio è stato chiamato a Londra per suonare al leggendario Troubadour dove si sono esibite leggende del calibro di Bob Dylan, i Rolling Stones, Jimmy Page, Jimi Hendrix, e ha fatto il suo primo tour italiano aprendo i concerti del cantautore londinese Robbie Boyd, con il quale ha anche inciso una versione acustica in inglese di “Sorriderai”.
In questa piacevole chiacchierata, Valerio ci ha parlato del nuovo brano Domino, dei suoi artisti di riferimento, dell’emozione per aver collaborato con Mika e dei prossimi progetti.
 

Valerio, è da poco uscito il tuo singolo Domino, una lettera d’amore scritta a chi pensiamo possa essere la persona che cerchiamo e che si adatta a noi come due tessere del domino. Com’è nata questa canzone?
“Di solito parto da una musica, da una melodia, dagli accordi, in questo caso è nata prima l’idea di creare una metafora con il domino e quindi ho fatto varie prove in inglese e in italiano. Alla fine è uscita fuori la canzone Domino, un anno fa”.
 
Domino fa parte dell’Ep Gilbert
Gilbert è il primo lavoro organico, sistematico che rilascio dopo aver iniziato l’anno scorso questo progetto da solista, con Sorriderai. E’ uno spaccato della mia attività cantautoriale dell’ultimo anno, non lo considero minimamente un punto di arrivo, anzi sia a livello di sound che a livello di scrittura, di arrangiamenti, è un punto di partenza perché penso che ci sia ancora molto da fare e sono il primo a crederci”.
 
Come ti sei avvicinato alla musica?
“La mia passione per la musica nasce da ascoltatore più che da cantante. Non ho mai avuto artisti in famiglia, non c’è mai stato alcuno strumento musicale a casa. Per gioco quando avevo diciannove anni ed ero già abbastanza grande rispetto a chi inizia solitamente a cantare, ho partecipato a un concorso musicale, che mi ha fatto credere nella possibilità di provarci. Da lì non mi sono più fermato”.
 
Quali sono i tuoi artisti di riferimento?
“I miei artisti di riferimento a livello nazionale sono sicuramente Lucio Dalla, Francesco De Gregori, i nuovi cantautori come Brunori Sas, mentre a livello internazionale mi ispiro al pop e rock inglese, da Mika a Elton John, passando per i Queen, i Beatles, i Rolling Stones, o a gruppi folk come i Mumford & Sons”.
Poco fa hai citato Mika. Tu sei stato uno dei suoi coristi in un concerto a Londra, sul palco della Roundhouse…
“E’ stato tutto incredibile, io gli ho mandato l’esibizione, anche abbastanza acerba, del primo concorso che ho fatto, perché era stata indetta una selezione per diventare coristi per una sua data a Londra. Mi hanno selezionato e penso che quella sia stata una delle esperienze più straordinarie della mia carriera. Sono quei momenti in cui vieni a contatto con un mondo di professionisti, dal fonico al montatore del palco, a Mika, alla sua band e in poche ore assimili, assorbi, impari molto di più di quanto puoi imparare in dieci concerti nei locali. Poi mi sono trovato davanti a Mika, la persona che mi ha dato il coraggio di cantare, perché ho iniziato con le canzoni del suo primo album, per cui è stata un’emozione indescrivibile”.
 
Quali sono i prossimi progetti in programma?
“In estate ci saranno dei live, il primo a Roma, poi aprirò la data zero del tour teatrale dei Beatles Story, la cover band ufficiale italiana dei Beatles, a fine agosto parteciperò al Ferrara Buskers Festival che è uno dei festival più grandi per i musicisti di strada e da lì partiremo e faremo un tour per l’Italia. Poi in autunno con delle idee chiare inizieremo a lavorare a un nuovo album, i pezzi ci sono, partendo dall’Ep elaboreremo un sound un po’ più caratteristico e contraddistinto, individualista”.
 
Il nuovo disco quindi uscirà nel 2016?

“Il sogno sarebbe proporre un singolo al Festival di Sanremo ma andarci è una pretesa abbastanza forte. Ci proveremo comunque. L’album poi verrà pronto per il 2016”.

 

 

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Mika-We are golden (cover) MIKA's Choir Audition

 

He is singing at the back row.

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Edited by Kumazzz
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I Bluvertigo vanno a Londra con MIKA  

Nuovo singolo inedito dopo 14 anni firmato da Morgan con l'ex collega di X Factor e Guy Chambers

I Bluvertigo tornano ancora una volta assieme. Da venerdì il primo brano inedito dopo 14 anni dal titolo "Andiamo a Londra" che anticipa il nuovo album d"inediti "Tuono - Tono, Tempo, Suono", in uscita ad inizio 2016. Non è escluso dunque anche un ritorno a Sanremo. Il brano "Andiamo a Londra" è stato scritto da Morgan con la collaborazione di Guy Chambers(autore delle più famose hit di Robbie Williams) e MIKA.

 

"Sarà un album di rottura, rispetto al passato dei Bluvertigo. - spiega Morgan - E' necessario rompere col passato. Le sonorità saranno variegate e diverse, sarà un disco pieno di influenze e di cose mai sentite. Sarà qualcosa di completamente nuovo, perché le cose nuove rompono con la tradizione; perché le cose nuove sono dure e per questo non sono capite; perché bisogna abituarsi alla dissonanza, non ne possiamo più delle consonanze".

I Bluvertigo nascono nel 1994 e debuttano con il singolo "Iodio". L'anno seguente, 1995, esce il primo album, "Acidi e Basi". Nel 1997 pubblicano, "Metallo non Metallo" e nel 1999 l'ultimo album d'inediti, "Zero". Nel 2001 partecipano al Festival di Sanremo con il brano "L'Assenzio". Nel 2002 l'attività comune dei Bluvertigo si interrompe, mentre i componenti del gruppo si dedicano a progetti solisti e paralleli.

 

http://www.rtl.it/notizie/articoli/i-bluvertigo-vanno-a-londra-con-mika/

Edited by krysady
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I Bluvertigo vanno a Londra con MIKA  

Nuovo singolo inedito dopo 14 anni firmato da Morgan con l'ex collega di X Factor e Guy Chambers

I Bluvertigo tornano ancora una volta assieme. Da venerdì il primo brano inedito dopo 14 anni dal titolo "Andiamo a Londra" che anticipa il nuovo album d"inediti "Tuono - Tono, Tempo, Suono", in uscita ad inizio 2016. Non è escluso dunque anche un ritorno a Sanremo. Il brano "Andiamo a Londra" è stato scritto da Morgan con la collaborazione di Guy Chambers(autore delle più famose hit di Robbie Williams) e MIKA.

 

"Sarà un album di rottura, rispetto al passato dei Bluvertigo. - spiega Morgan - E' necessario rompere col passato. Le sonorità saranno variegate e diverse, sarà un disco pieno di influenze e di cose mai sentite. Sarà qualcosa di completamente nuovo, perché le cose nuove rompono con la tradizione; perché le cose nuove sono dure e per questo non sono capite; perché bisogna abituarsi alla dissonanza, non ne possiamo più delle consonanze".

I Bluvertigo nascono nel 1994 e debuttano con il singolo "Iodio". L'anno seguente, 1995, esce il primo album, "Acidi e Basi". Nel 1997 pubblicano, "Metallo non Metallo" e nel 1999 l'ultimo album d'inediti, "Zero". Nel 2001 partecipano al Festival di Sanremo con il brano "L'Assenzio". Nel 2002 l'attività comune dei Bluvertigo si interrompe, mentre i componenti del gruppo si dedicano a progetti solisti e paralleli.

 

http://www.rtl.it/notizie/articoli/i-bluvertigo-vanno-a-londra-con-mika/

It's on youtube live https://www.youtube.com/watch?v=oIup-NDekJU

Edited by crazyaboutmika
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http://www.panorama.it/musica/mika-xfactor9-edizione-italiana-imprevedibile/

 

Musica

 

Mika: "XFactor? Adoro l'edizione italiana, è imprevedibile"

 

Intervista al giudice del talent show tra televisione, la battaglia contro l'omofobia e il suo sentirsi "mediterraneo"

 

Maddalena Bonaccorso

 

PANSESSUALIT%C3%A0-MIKA-620x372.jpg?564b

 

Sorride sempre, arrossisce se si parla della sua vita privata e quasi si commuove mentre spiega quanto sia stata partecipata la sua campagna contro l’omofobia, denominata #rompiamoilsilenzio, nata l’estate scorsa dopo l’imbrattamento, a Firenze, di un manifesto del suo trionfale tour estivo.

Michael Hollbrook Penniman Junior, in arte Mika, popstar internazionale di origini libanesi, è un campione di talento, sensibilità e gentilezza che in Italia ha messo d’accordo tutti: uomini, donne, nonni e bambini lo amano senza riserve dal primo momento in cui si è seduto dietro il banco dei giudici dell’edizione italiana di X Factor.

Trentadue anni compiuti da poco, alle spalle più di dieci milioni di dischi venduti, Mika ci racconta della sua esperienza a x Factor, del suo rapporto con l’Italia, delle sue origini da emigrante, ma soprattutto di un'“onda bella” di hashtag che possono cambiare la vita.

Facciamo un bilancio di questi due anni e mezzo di X factor: cosa l’ha divertita di più?
L’aspetto imprevedibile. È un programma molto reattivo, molto collegato ai social e non troppo programmato. C’è una sorta di libertà che è impressionante. Io conosco molto bene il sistema-televisione inglese, e anche un po’ quello americano, dato che tutta la mia famiglia ha lavorato lì nelle produzioni NBC. Ecco, quello anglosassone è un modo di fare televisione molto più programmato. E io penso che questa sorta di energia, che non è caotica, ma reattiva, di X Factor italiano, lo renda molto divertente. Siamo sempre in allerta, in attesa di una cosa nuova. Non è tutto scritto, e questa cosa si sente e si vede. E proprio per questo ha una freschezza che negli altri Paesi non c’è.

 

The video of the interview:

http://www.panorama.it/piattaforma_video/converted/9/3/2/2015091421/mika_hd.mp4

 

 

(For the video many, many thanks to Eriko! :)  :flowers2: )

 

Quest’estate il brutto episodio di omofobia di cui è stato vittima (a Firenze un manifesto del tour è stato imbrattato con un insulto a sfondo sessuale, ndr) ha portato alla ribalta la sua vita personale. Ne ha sofferto?

Faccio musica da 11 anni, con un pubblico in costante crescita a partire dal 2007. So bene che quando un musicista si mette in gioco ed entra nell’arena del palco, ci sono tante conseguenze. Io prima ne avevo paura: ma adesso non più.

In seguito a questo episodio, però, si è alzato un coro contro l’omofobia. Ne è rimasto soddisfatto?
È tutto molto più complesso. Posso dire però che sono molto commosso dal modo in cui tante persone, di ogni tipo ed età, che lavorano nella politica, nello show biz e persone “normali”, si sono messe in gioco. Hanno fatto un piccolo gesto per combattere l'omofobia e l'insieme dei loro piccoli gesti sono è diventato una sorta di onda bella, un’onda che andava nella giusta direzione. È diventata una cosa importante, per la mia vita quotidiana e per quella di tanti altri.  
 

Lei è arrivato in Italia due anni fa, da straniero. Ora è come se fosse italiano: com’è andata?
È una cosa strana. È come se per me, all’età di 29 anni si fosse aperta una nuova porta verso un nuovo Paese: ma in maniera “emozionale”. C’è una cultura che mi piace molto, c’è una nuova lingua che prima non parlavo, perché anche se l’avevo un po’ studiata a scuola per poter cantare, non ero in grado di fare dialogarci… C’è tutto un Paese che non conoscevo bene, e che adesso ho avuto la chance - e la voglia, enorme - di conoscere ancora di più. Mi fa un grande piacere, perché queste novità sono importantissime per me: andare avanti, fare cose che cambiano prospettiva, che fanno cambiare le abitudini, e che fanno anche un po’  paura”.

 

La paura è importante?

Certo. Io dico sempre che ci sono due cose che sono molto importanti nella vita: avere fame, sempre, e avere paura.

Le sue origini libanesi l’hanno forse aiutata a sentirsi “mediterraneo”?
Penso di sì, perché io sono un po’ zingaro. Sono un emigrante, da generazioni: mia mamma, mio nonno e il mio bisnonno erano emigranti. La stirpe di mio padre ha lasciato l’Irlanda e l’Inghilterra per andare in America, mia mamma ha origini siriane e libanesi ed è emigrata verso la Francia e poi l’Inghilterra. C’è dunque in me questa componente mediterranea che, anche se vivo a Londra dove ho casa e dove lavoro, è rimasta in me e mi ha aiutato ad apprezzare ancora di più la cultura italiana.

 

 

 

Mika-No-place-in-heaven-1000x600.jpg?564

 

PANSESSUALIT%C3%A0-MIKA-1000x600.jpg?564

 

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mika_cowell.jpg?564bc9

 

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002-1000x600.jpg?564bc9

 

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MIKA1-1000x600.jpg?564bc9

 

X-Factor-2013-che-giudice-sara-Mika-1000

 

 

 

I think it's much better to watch the video of the interview and listen to what Mika says, because the article is a kind of summary of it, with some inaccuracies and misstatements. I'll do the transcription and translation of what he says in the video in the next few days.

Edited by charlie20
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Not bad!

 

 

Not good...

 

 

:lmfao:

 

I think I'd like to hear someone else sing it besides Morgan... and in a studio setting... It's just a little too garbled for me live, but I'm still curious about it. :dunno:

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:lmfao:

 

I think I'd like to hear someone else sing it besides Morgan... and in a studio setting... It's just a little too garbled for me live, but I'm still curious about it. :dunno:

 

Yes,I'm curios about the studio version too  :thumb_yello:  Apparently the song was written by Mika in English,and when Morgan heard it,he was completely touched,and wanted to include the song on his album,you can hear it here,around 2:02  :)

 

Edited by krysady

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 And it's official,a new song with Fedez :

 

https://twitter.com/Fedez/status/643775492684955648

 

Sono felicissimo di comunicarvi che il 9 Ottobre uscirà Pop-Hoolista CosoDipinto Edition! Ci sarà anche @mikasounds pic.twitter.com/CHdnMntDnx

 

https://video.twimg.com/ext_tw_video/643775317652447233/pu/vid/1280x720/On0_CQVBNzSMin2T.mp4

 

 

The song is called Beautiful Disaster, Mika will sing in English and Fedez in Italian : http://velvetmusic.it/2015/09/15/fedez-e-mika-duetto-beautiful-disaster/

 

 
 
 
Edited by krysady
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 And it's official,a new song with Fedez :

 

https://twitter.com/Fedez/status/643775492684955648

 

Sono felicissimo di comunicarvi che il 9 Ottobre uscirà Pop-Hoolista CosoDipinto Edition! Ci sarà anche @mikasounds pic.twitter.com/CHdnMntDnx

 

https://video.twimg.com/ext_tw_video/643775317652447233/pu/vid/1280x720/On0_CQVBNzSMin2T.mp4

 

 

The song is called Beautiful Disaster, Mika will sing in English and Fedez in Italian : http://velvetmusic.it/2015/09/15/fedez-e-mika-duetto-beautiful-disaster/

 

 
 
 

 

Can't wait to hear the song! I'm sure it will be fantastic.

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Can't wait to hear the song! I'm sure it will be fantastic.

Same!!! :D I'm so curious about it!

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http://www.panorama.it/musica/mika-xfactor9-edizione-italiana-imprevedibile/

 

Musica

 

Mika: "XFactor? Adoro l'edizione italiana, è imprevedibile"

 

Intervista al giudice del talent show tra televisione, la battaglia contro l'omofobia e il suo sentirsi "mediterraneo"

 

Maddalena Bonaccorso

 

PANSESSUALIT%C3%A0-MIKA-620x372.jpg?564b

 

Sorride sempre, arrossisce se si parla della sua vita privata e quasi si commuove mentre spiega quanto sia stata partecipata la sua campagna contro l’omofobia, denominata #rompiamoilsilenzio, nata l’estate scorsa dopo l’imbrattamento, a Firenze, di un manifesto del suo trionfale tour estivo.

Michael Hollbrook Penniman Junior, in arte Mika, popstar internazionale di origini libanesi, è un campione di talento, sensibilità e gentilezza che in Italia ha messo d’accordo tutti: uomini, donne, nonni e bambini lo amano senza riserve dal primo momento in cui si è seduto dietro il banco dei giudici dell’edizione italiana di X Factor.

Trentadue anni compiuti da poco, alle spalle più di dieci milioni di dischi venduti, Mika ci racconta della sua esperienza a x Factor, del suo rapporto con l’Italia, delle sue origini da emigrante, ma soprattutto di un'“onda bella” di hashtag che possono cambiare la vita.

 

Facciamo un bilancio di questi due anni e mezzo di X factor: cosa l’ha divertita di più?

L’aspetto imprevedibile. È un programma molto reattivo, molto collegato ai social e non troppo programmato. C’è una sorta di libertà che è impressionante. Io conosco molto bene il sistema-televisione inglese, e anche un po’ quello americano, dato che tutta la mia famiglia ha lavorato lì nelle produzioni NBC. Ecco, quello anglosassone è un modo di fare televisione molto più programmato. E io penso che questa sorta di energia, che non è caotica, ma reattiva, di X Factor italiano, lo renda molto divertente. Siamo sempre in allerta, in attesa di una cosa nuova. Non è tutto scritto, e questa cosa si sente e si vede. E proprio per questo ha una freschezza che negli altri Paesi non c’è.

 

The video of the interview:

http://www.panorama.it/piattaforma_video/converted/9/3/2/2015091421/mika_hd.mp4

 

 

(For the video many, many thanks to Eriko! :)  :flowers2: )

 

Quest’estate il brutto episodio di omofobia di cui è stato vittima (a Firenze un manifesto del tour è stato imbrattato con un insulto a sfondo sessuale, ndr) ha portato alla ribalta la sua vita personale. Ne ha sofferto?

Faccio musica da 11 anni, con un pubblico in costante crescita a partire dal 2007. So bene che quando un musicista si mette in gioco ed entra nell’arena del palco, ci sono tante conseguenze. Io prima ne avevo paura: ma adesso non più.

In seguito a questo episodio, però, si è alzato un coro contro l’omofobia. Ne è rimasto soddisfatto?

È tutto molto più complesso. Posso dire però che sono molto commosso dal modo in cui tante persone, di ogni tipo ed età, che lavorano nella politica, nello show biz e persone “normali”, si sono messe in gioco. Hanno fatto un piccolo gesto per combattere l'omofobia e l'insieme dei loro piccoli gesti sono è diventato una sorta di onda bella, un’onda che andava nella giusta direzione. È diventata una cosa importante, per la mia vita quotidiana e per quella di tanti altri.  

 

Lei è arrivato in Italia due anni fa, da straniero. Ora è come se fosse italiano: com’è andata?

È una cosa strana. È come se per me, all’età di 29 anni si fosse aperta una nuova porta verso un nuovo Paese: ma in maniera “emozionale”. C’è una cultura che mi piace molto, c’è una nuova lingua che prima non parlavo, perché anche se l’avevo un po’ studiata a scuola per poter cantare, non ero in grado di fare dialogarci… C’è tutto un Paese che non conoscevo bene, e che adesso ho avuto la chance - e la voglia, enorme - di conoscere ancora di più. Mi fa un grande piacere, perché queste novità sono importantissime per me: andare avanti, fare cose che cambiano prospettiva, che fanno cambiare le abitudini, e che fanno anche un po’  paura”.

 

La paura è importante?

Certo. Io dico sempre che ci sono due cose che sono molto importanti nella vita: avere fame, sempre, e avere paura.

 

Le sue origini libanesi l’hanno forse aiutata a sentirsi “mediterraneo”?

Penso di sì, perché io sono un po’ zingaro. Sono un emigrante, da generazioni: mia mamma, mio nonno e il mio bisnonno erano emigranti. La stirpe di mio padre ha lasciato l’Irlanda e l’Inghilterra per andare in America, mia mamma ha origini siriane e libanesi ed è emigrata verso la Francia e poi l’Inghilterra. C’è dunque in me questa componente mediterranea che, anche se vivo a Londra dove ho casa e dove lavoro, è rimasta in me e mi ha aiutato ad apprezzare ancora di più la cultura italiana.

 

 

 

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I think it's much better to watch the video of the interview and listen to what Mika says, because the article is a kind of summary of it, with some inaccuracies and misstatements. I'll do the transcription and translation of what he says in the video in the next few days.

 

 

Here is the transcription in Italian, practically literal, of what Mika said in the interview in the video. If there is any corrections to be done, let me know, please!

I'm working on the translation and I'll post it as soon as it's ready.

 

Trancription in Italian  :italia: :

 

Io sono…eh, come diciamo? … una cosa strana, perché, da questo punto, dal momento che avevo 30 anni, 29/30 anni, c’è…è come se fosse una nuova porta che si è aperta per me, a un altro paese, ma in un modo quasi emozionale. Allora, c’è una cultura che mi piace un sacco, c’è una nuova lingua che non parlavo prima, che avevo studiato un po’ alla scuola per cantare, ma che non parlavo; c’è tutto un paese che non conoscevo così bene, ma che adesso ho avuto la chance e anche adesso ho la voglia, una voglia enorme di conoscere ancora di più. Ehm, e dunque quasi…mi fa  un enorme piacere perché queste novità sono importantissime per me, di andare avanti, di sempre fare delle cose che ti cambiano un po’ il prospettivo, cambiano le abitudini, ehm, e anche che mi fanno paura. E io dico sempre che la cosa…che ci sono due cose che sono molto importanti nella vita: avere fame, sempre, avere questa voglia, questa fame e, anche, sempre, di farsi paura.

 

Probabilmente, perché io sono un po’ uno zingaro, sono un emigrante, vengo da una famiglia di emigranti. Non solamente io, ma la generazione di mia madre, la generazione di mio nonno e la generazione di mio bisnonno siamo emigrati. Abbiamo preso… il mio padre da Irlanda e da Inghilterra, verso America; da/la ( * here I'm not sure what he says) mia madre siriano, libanese, tutto così, verso America, verso Francia, verso l’Inghilterra. E dunque c’è questo aspetto di…, questo aspetto mediterraneo, libanese, che ho sempre avuto, che a Londra.. è la mia città, io sono lì, ho sempre la mia casa lì, io vivo lì, io lavoro lì, ma questo aspetto mediterraneo, probabilmente, l’aspetto libanese mi ha aiutato per apprezzare ancora di più la cultura italiana, perché c’è un collegamento veramente forte.

 

Facendo un bilancio di questi 2 anni e mezzo di X Factor, cos’è che ti ha divertito di più e cos’è che ti ha arricchito di più?

 

L’aspetto improbabile, devo dire. La cosa che, se devo fare un bilancio e devo pensare alla cosa che mi piace di più, è che è un programma molto reattivo, molto collegato ai socials e anche molto.. non troppo programmato. C’è una sorta di libertà che è molto impressionante. Io conosco molto bene il sistema di televisione in Inghilterra, e anche un po’ in America. Tutta la mia famiglia ha lavorato in produzione, per esempio su NBC durante trent’anni. E’ un modo di fare la televisione molto più programmato, e io penso che questa sorta di energia un po più, non caotica, ma più reattiva, come fanno i programmi qua..e infatti è molto divertente perché siamo sempre un po’ così, siamo sempre un po’ aspettan(do), aspettiamo sempre un’altra cosa, non è tutto scritto, non è tutto programmato, e si sente e si vede. E, per questo, questo programma ha una sorta di freschezza che negli altri paesi non c’è.

 

Quando…Ho fatto musica adesso da 11 anni e ho avuto un po’ un salto verso il più grande pubblico dal 2007. Quando tocchiamo, quando un musicista entra un po’ in questa arena pubblica ci sono tante conseguenze. Io prima avevo paura di queste conseguenze, adesso non ho paura perché non mi sento come ho tanto da nascondere. Sì, voglio nascondere certe cose, assolutamente, perché sono un umano. Ho 32 anni, ho fatto delle cose che non voglio parlare, ma, di queste cose, beh, in generale, ehm, mettermi così e collegarmi anche a delle cose che sono molto importanti, socialmente, alla mia vita, alle mie scelte, questa è la cosa importante, e il mio futuro, questo è una cosa essenziale da fare.

Ho fatto un tour, uhm, questa.. alcuni festivali (festivals) e un grande tour che inizia una settimana, che farà il giro del mondo. E questa estate ci stati tanti momenti e anche una grande cosa che ha messo veramente sotto la luce, ehm, delle cose nella mia vita personale, e soprattutto sull’omofobia. (Ehm,) e non posso dire che sono soddisfatto del risultato perché non funziona così, non c’è una soddisfazione perché.. non è così, è molto più complesso. Io sono.., ma posso dire sinceramente che sono molto, quasi commosso dal modo che tante persone, da tanti diversi livelli, anche diverse età, da delle persone che lavorano nella politica, delle persone che lavorano nello show biz, le persone normali, che.., gli avvocati, da 13 anni fino a 60 anni, si sono messi, hanno messo una sorta di…si sono collegati a questo soggetto contro l’omofobia, per fare un piccolo gesto per combattere. E questo piccolo gesto è una cosa piccola che quasi è.., che prende 30 secondi, ma in totale quello che è successo questa estate era un po’ il risultato di tante persone che hanno fatto questo piccolo gesto contro la discriminazione. Allo stesso tempo, è diventato una sorta di onda bella. Una onda che andava nella giusta direzione con una bella intenzione. E dunque questa sorta di collettività per una cosa che è molto importante per la mia vita, non in un senso politico, ma la mia vita quotidiana, e anche la vita di tanti altri.

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