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Rock in Rio in Lisbon, Portugal - 20 May 2016 : Reports/Pics/Vids


Kumazzz
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Live Streaming
 
It's a recording file of online LIVESTREAM.
Sorry, the streaming did not work very good for me, the file is not good very much !
This video stops many times / mute....
It's better than nothing I think.
 
VK
 

2016.05.20 LIVESTREAMING : Rock In Rio

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SAPO

http://rockinriolisboa.sapo.pt/blog/mika-trouxe-fado-e-mariza-ao-palco-do-rock-in-rio/

 

Depois de convidar dois guitarristas portugueses para apresentar uma nova versão de uma das suas canções, Mika cantou alguns versos de “Meu Fado”. No final do concerto no Rock in Rio, o artista foi buscar, às cavalitas, Mariza.

 

A fadista e Mika encheram de energia o Parque da Bela Vista, em Lisboa, deixando todos os visitantes da Cidade do Rock a saltar ao som de “Love Today”.

 

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Radio Linha Horizonte

 

Rock in Rio: Mika, Fergie e fado no segundo dia do festival

 

O músico britânico Mika convocou o fado e a cantora norte-americana Fergie resgatou o passado nos Black Eyed Peas no segundo dia do festival Rock in Rio Lisboa.

Ainda sem números oficiais de espetadores, o Parque da Bela Vista aparenta ter mais pessoas hoje, dia dos Queen + Adam Lambert, do que na quinta-feira, que contou com Bruce Springsteen.

Pouco passava das 22:00 quando a atuação de Mika arrancou ao som de “Big Girl”, um dos ‘hits’ do seu álbum de estreia, “Life in Cartoon Motion”. Entre temas mais recentes e outros mais antigos, o músico pôs o público a saltar, bater palmas e a cantar, nomeadamente em “Grace Kelly”, “Happy Ending”, “Golden” e “Love Today”, tema que encerrou o concerto e durante o qual Mika surgiu em palco com a fadista Mariza às cavalitas.

Pelo meio o músico contou que na noite de quinta-feira esteve num bar lisboeta a ouvir fado. Na sequência desse episódio, decidiu cantar no Rock in Rio um tema, que escreveu quando tinha 16 anos, acompanhado à guitarra clássica e guitarra portuguesa com dois músicos que conheceu na noite anterior.

“Gosto de fado, mas não sei cantar”, disse. Mesmo assim atreveu-se a cantarolar “meu fado, meu fado, meu fado, oh meu fado”.

 

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Interview

 

http://www.nit.pt/article/05-20-2016-mika-vao-ouvir-me-cantar-uma-das-minhas-cancoes-ao-estilo-do-fado

 

Mika: "Vão ouvir-me cantar uma das minhas canções ao estilo do fado"
 
20/05/2016 - 22:01
 

Para o concerto do Rock in Rio trouxe dois músicos de Mariza, que vão acompanhá-lo à guitarra portuguesa.

Tinha sete anos quando compôs a primeira música, "Angry", um instrumental. Agora, aos 32, Mika continua a criar tudo aquilo que canta - e faz o mesmo para outros músicos. Aliás, já ouviu versões terríveis que agora preferia ter guardado para si.

O Rock in Rio recebe esta sexta-feira, 20 de maio, o seu concerto mas também serve para lançar em exclusivo um relógio que criou com a Swatch e que está à venda no festival mas só chega ao resto do mundo na próxima segunda-feira, dia 23. Desenhou cada detalhe com a irmã e a maquete foi recusada 11 vezes.

É minucioso em tudo o que faz mas diz ser livre e não ligar aos comentários à sua volta. A família continua a viajar com ele para todo o lado, incluindo para Lisboa. Esta quarta-feira assistiram todos a um concerto espontâneo de Mariza e Mika até lhe pediu dois músicos emprestados, que na Bela Vista o vão acompanhar à guitarra portuguesa.

Antes do espetáculo, leia a entrevista completa ao músico britânico.

Já disse que o último álbum, "No Place in Heaven", de 2015, é mais maduro. Precisou de alguma pausa para perceber que caminho queria seguir?

Não, faço um álbum de dois em dois anos. Não tenho intenções de fazer mais, é demasiado trabalho e ando sempre em tournée.

Para o público às vezes parece muito tempo.

Mas para um artista não é, sobretudo se não comprarmos as músicas. Para mim, que componho, não é.

Ter sido considerado artista revelação em 2007 prejudicou-o ou influenciou aquilo que queria realmente fazer?

Não queria saber. Eu era uma coisa nova, e há sempre coisas novas, é só ruído. Eu não sou uma grande máquina pop norte-americana, faço música para um nicho, mas ainda assim faço a minha versão da pop que espalha bolhas pelo mundo todo. Sou livre, faço aquilo que amo.

Quando ouve as primeiras coisas que fez, ainda gosta delas?

Sim, porque fui eu próprio a produzi-las e porque eram parte de um som que ainda é a minha música hoje. Não parece ultrapassado, ainda sou feito das mesmas coisas. Tenho muita sorte.

Já o compararam várias vezes a Freddie Mercury. Os Queen atuam esta sexta-feira no Rock in Rio. Se o convidassem para vocalista, aceitava?

Não, sou fã e quero manter-me assim. Acho que o Adam Lambert é ótimo.

Escreve temas para outros músicos. Já houve algum que agora ouve e preferia ter guardado para si?

Claro, mas não posso dizer quais. Sobretudo quando o artista não o canta muito bem...

Quando era miúdo foi vítima de bullying. Recebe muitas mensagens de miúdos ou pais que estão a passar pelo mesmo?

Muitas. Os adultos já falam muito disso mas os miúdos não.

Há alguma que o tenha marcado mais?

A minha prima era vítima de bullying na escola porque tinha excesso de peso. Um dia fui buscá-la e cheguei mais cedo. Eu peguei numa cadeira, sentei-me mesmo no meio do lobby e esperei que a campainha tocasse para os miúdos saírem das salas. Tive o momento mais glorioso de satisfação quando todas as raparigas entraram em histeria. As mais mazinhas começaram a perguntar porque é que eu estava ali. Eu respondi que só tinha ido visitar toda a gente. Finalmente, a minha prima levantou os braços no ar e gritou: "Não, ele está aqui para mim!" Tinha 11 anos e eu podia ver a alegria na cara dela e a fúria na cara dos outros. Não levou a muito mas deixou-a poderosa por um momento.

Quando se passa por isso em miúdo, é possível ultrapassar?

Podemos esquecer-nos do que nos disseram mas nunca esquecemos a forma como nos fizeram sentir.

Em adulto há pequenos detalhes que voltam a desencadear essas emoções?

Sem dúvida, especialmente no meu meio. As pessoas são umas bestas e os piores são os músicos. O que é preciso preservar sempre é o nosso desejo, a criatividade e só assim é que continuamos livres. No minuto em que começamos a julgar e nos importamos demasiado, é quando perdemos a liberdade.

Tudo isso requer trabalho.

Sim, mas temos de nos rodear das pessoas certas. No meu caso, somos uma equipa muito diferente e diferente das outras equipas por aí. Parecemos um circo ambulante mas somos muito felizes assim.

Tem três irmãs e um irmão. Em pequeno era uma criança solitária, diferente de todos eles ou nunca sentiu isso em casa?

Nunca, nunca, nunca. Éramos uma equipa e continuamos a ser. Trabalhamos juntos, vamos de férias, celebramos o Natal, moramos ao lado uns dos outros. Somos um gang e que ninguém se atreva a meter-se no nosso caminho. Tem filhos?

Sim, uma.

Tem de ter uns cinco, nunca deixe que ela se sinta sozinha. Sabe, ontem [quinta-feira, 19] estive numa casa de fados com a minha família e a Mariza, que estava lá connosco, cantou. Foi a primeira vez em cinco anos que cantou numa casa de fados. Fê-lo para nós, secretamente. Estávamos todos a jantar, quem quis sair, saiu. Ela esperou e de repente levantou-se e começou a cantar. Havia pessoas portuguesas que há anos que queriam ouvi-la a cantar ali e estavam a chorar. Depois ela fez-me cantar uma das minhas músicas. Foi muito divertido, trouxe dois guitarristas dela que me vão acompanhar esta noite [sexta-feira, 20] em palco. Ela vem assistir.

Que música vai ser?

"Over My Shoulder", um tema que escrevi quando tinha 16 anos. Vão ouvir-me cantar uma das minhas canções ao estilo do fado, mas não o fado tradicional.

Também assinala em Lisboa o lançamento exclusivo de um relógio que criou para a Swatch. Que envolvimento teve?

100%. Cada detalhe é meu e da minha irmã. Até os ficheiros para a fábrica preparámos na minha cozinha, nos nossos computadores. Cada linha é nossa. O que nós pensamos foi que há tantos relógios que ninguém precisa de mais um. Como é que fazemos com que um modelo seja especial? Temos de criar algo místico, quase precioso, apesar de ser de plástico. É esse o truque, estamos a contar uma história. Desenvolvemos esta técnica que nunca foi usada antes em relógios comerciais, que apenas era usada em joalharia cara. Conseguimos fazê-lo a uma escala grande e mais acessível. Cada detalhezinho foi desenhado por nós. Só a caixa demorou, pelo menos, um mês. O relógio levou alguns meses.

O mostrador é dourado e clássico, enquanto a bracelete é colorida e moderna mas ao mesmo tempo todos os detalhes fazem sentido.

 

O mostrador clássico, os loucos e coloridos detalhes da bracelete. Se reparar em todas as roupas que tenho ali [aponta para o fundo do camarim onde estão fatos pretos com pequenas decorações coloridas em lantejoulas], que são feitas pelo Valentino, os fatos têm um corte impecavelmente clássico, ao estilo de James Bond, mas o que está nele é muito diferente, tem detalhes quase punk. É preciso ser muito mais corajoso para sermos arrojados e divertidos do que para usar calças pretas rasgadas. Se olharmos para os primeiros dias do punk, havia muita cor. Vivo numa zona de Londres onde nasceu o punk, literalmente no apartamento do outro lado da rua. Tudo era divertido e com cor, não fazia prisioneiros e penso que isso foi comercializado nos últimos anos.

É muito minucioso?

Recusámos 11 amostras do relógio. O resultado final é mesmo o que queria.

 

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JN

http://www.jn.pt/cultura/interior/fergie-inunda-rock-in-rio-de-sensualidade-5185776.html

 

Mika surpreendeu

 

Conhecido pela criatividade em palco, o músico Mika voltou a surpreender o público ao convidar dois músicos portugueses, pai e filho, para subirem com ele ao Palco Mundo no Rock in Rio.

Após a adocicada "Lollipop", o músico revelou dois convidados especiais, que conhecera na noite anterior, pai e filho, que o iriam acompanhar enquanto cantava ao vivo, pela primeira vez, uma canção que escreveu quando tinha 16 anos e estava um pouco alcoolizado.

O dedilhar da guitarra portuguesa ecoou por todo o Parque da Bela Vista, entrecortado pela voz do músico, que, no final, se atreveu a entoar um "Meu fado, meu fado". O público gabou a ousadia, elogiou-lhe o português e não resistiu ao encanto do momento.

Elétrico e intimista, Mika vagueou entre os registos exuberantes de "Big girl" ou "Grace Kelly" e os mais intimistas, como "Underwater", em que pediu ao público que erguesse os telefones no ar e criasse uma onda luminosa.

Sempre de sorriso nos lábios, cativou as 74 mil pessoas que enchiam o recinto, pondo-as a dançar e a cantar alguns refrães em uníssono.

Para o encore reservou "Love today" e resgatou Mariza dos bastidores para o momento da despedida. Puxou-a para a frente de palco, abraçou-a e fez-lhe uma vénia, ambos de sorriso nos lábios enquanto pediam - em inglês e português - que o público erguesse os braços e saltasse, pela última vez.

 

PICS

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BLITS

http://blitz.sapo.pt/principal/update/2016-05-21-Rock-in-Rio-Lisboa-Mika-andou-com-a-fadista-Mariza-as-costas--e-conseguiu-cantar-fado-sem-ela-

Rock in Rio-Lisboa: Mika andou com a fadista Mariza às costas (e conseguiu cantar fado sem ela)

 

 

A maior surpresa aconteceu no final do concerto, com a artista portuguesa a juntar-se ao músico britânico no Palco Mundo da Bela Vista. Sem cantar, contudo. O fado existiu, mas não foi esse...

O público não estava propriamente em êxtase (são os Queen que o povo espera), mas Mika resolveu a contenda a seu favor no mais puro exercício de "crowd pleasing".

 

No final, inesperadamente, reentrou em palco com a portuguesíssima Mariza sobre os ombros. A fadista não cantou, mas foi aplaudida fervorosamente. Antes, Mika ensaiou dotes fadistas com uma canção que, afirmou, escreveu aos 16 anos e que nunca havia cantado ao vivo. Chama-se "Over My Shoulder" e foi interpretada com acompanhamento à viola e guitarra portuguesa. Não exageramos se dissermos que foi aí que Mika ganhou um público até aí muito comedido.

 

Quando surgiu em cena, há pouco mais de nove anos, com o muito orelhudo single "Grace Kelly", Mika polarizou opiniões mas gerou um consenso: aqui estava alguém capaz de pegar na pop camp dos Queen e soar como um sério candidato a substituto de Freddie Mercury se, por esses dias, a banda britânica quisesse dispensar o veterano Paul Rodgers. E não por acaso, aqui mesmo, Mika sublinhou o facto de, pela primeira vez, "abrir" para os Queen. Também não por acaso, a música que se seguiu foi, precisamente, "Grace Kelly".

 

Quando Life In Cartoon Motion, o berço de "Grace Kelly", foi editado, as reações extremadas não se fizeram esperar: o Guardian agraciou-o com 1 estrela (em 5 possíveis), a webzine Drowned In Sound repetiu a graça (1 numa escala de 10) e, do outro lado do Atlântico, a eminência indie Pitchfork simpatizou um pouco mais e (usando a mesma escala) incrementou 0,5 à avaliação fatídica. Mas isto foi apenas um lado da barricada. Do outro, jornais de grande tiragem, revistas pop e, curiosamente, a imprensa mais afecta a um público adulto também foi na cantiga. Mika era para todos. Uma espécie de solitário parente britânico dos norte-americanos Scissor Sisters, então também na berlinda.

 

A pop vitaminada, multicolorida, motivadora e esfuziante de Mika fez furor ao primeiro álbum, do qual foram tirados seis singles (entre os quais "Love Today", "Relax (Take It Easy)" e "Big Girl (You Are Beautiful)") e os seus concertos (que Portugal não demorou a conhecer) eram pontuados por uma celebração contínua, mostrando-se o artista um performer nato e bastante "protetor" do seu público. Antes de Lady Gaga, Mika apelou aos "misfits", aos feios bonitos, às almas não alinhadas, aos que não são iguais a todos os outros. E sim, Freddie Mercury - que, ao fazê-lo mais discretamente, chegou a multidões - é para aqui chamado: não só no timbre vocal como na atitude em palco, Mika é um artista à moda antiga, daqueles para quem "there's no business like show business".

 

Chamá-lo para antecipar um concerto dos Queen (com um Adam Lambert "animalesco") é puro bom senso. E uma aposta tão segura como acertada. Apesar de os últimos álbuns terem cavado uma distância cada vez maior face ao momento de "explosão" (a popularidade de Mika manteve-se em França, mas foi decrescendo noutros territórios mais "decisivos"; nos últimos anos foi jurado de programas de talentos em França e Itália), o que Mika aqui mostra hoje tem assinatura. Só que.

 

Só que há um fosso entre o Mika dos êxitos e o Mika dos últimos álbuns, que tenta fazer pela vida. E se atentos estivermos, só vemos uma reação festiva do público quando os sucessos do primeiríssimo tomo são chamados, do início com "Big Girls (You Are Beautiful)" ao final com "Love Today". Pelo meio, há momentos mortos e temas anódinos. Não-sucessos, para um artista que vive deles. Ironicamente, foi o fado de Mika - o "nosso" fado, entenda-se - que o fez chegar mais próximo do triunfo no Parque da Bela Vista. É um empate com sabor a vitória.

 

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Correio da Manhã

Mika canta em casa de fados - Cultura - Correio da Manhã

http://www.cmjornal.xl.pt/cultura/detalhe/mika_canta_em_casa_de_fados.html

 

 
Mika canta em casa de fados Cantor atuou sexta-feira no Rock in Rio. Veja o vídeo. Por Cátia Carmo Antes de subir ao palco no Rock in Rio, em Lisboa, Mika cantou um dos seus temas no restaurante Casa de Linhares, uma casa de fados na capital portuguesa. O cantor libanês-britânico cantou uma das suas músicas acompanhado por uma guitarra e viola, instrumentos típicos do fado, e convidou os músicos portugueses a atuar ao seu lado no festival de música. A cantora Mariza também subiu ao palco no Rock in Rio. Mika foi buscar a portuguesa às cavalitas e cantou, ao seu lado, alguns versos do tema Meu Fado. "Gosto de fado, mas não sei cantar", disse.
 
 
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Correio da Manhã

Mika canta em casa de fados - Cultura - Correio da Manhã

http://www.cmjornal.xl.pt/cultura/detalhe/mika_canta_em_casa_de_fados.html

 

 
Mika canta em casa de fados Cantor atuou sexta-feira no Rock in Rio. Veja o vídeo. Por Cátia Carmo Antes de subir ao palco no Rock in Rio, em Lisboa, Mika cantou um dos seus temas no restaurante Casa de Linhares, uma casa de fados na capital portuguesa. O cantor libanês-britânico cantou uma das suas músicas acompanhado por uma guitarra e viola, instrumentos típicos do fado, e convidou os músicos portugueses a atuar ao seu lado no festival de música. A cantora Mariza também subiu ao palco no Rock in Rio. Mika foi buscar a portuguesa às cavalitas e cantou, ao seu lado, alguns versos do tema Meu Fado. "Gosto de fado, mas não sei cantar", disse.

 

 

Thank you Eriko. This is incredible!

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